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O mar que em mim carrego

Este Blog surgiu como elemento avaliativo da disciplina de Psicologia 12º ano na Escola Secundária de Marco de Canaveses, por iniciativa da Professora Susana Dias. Tenho como objetivo principal, falar neste blog dos mais variados temas.

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24
Mai21

As Emoções


Hugo Dengue Baldaia

As mudanças drásticas no organismo, resultam em estados mentais que nem sempre nos levam às melhores ações possíveis, em determinados casos, está claro. Mas de um modo geral, estes estados mentais, visam em proteger-nos, essa é pelo menos a sua finalidade.

 

 

Como por exemplo, quando nós sentimos algum odor desagradável de um determinado alimento, isso evita que nós o possamos consumir, logo evita que possamos ingerir algum alimento estragado. Mas por outro lado, quando nós temos algum receio, ou vergonha, de estar em publico ou então a conviver em sociedade, podemos agir de forma desagradável o que pode vir a ser bastante nefasto para nós em quanto cidadãos.

Todos nós já sentimos todo o tipo de emoções possíveis, o nojo, o medo, a vergonha, a felicidade, tristeza, raiva, susto desprezo entre outros.

É praticamente impossível que alguém no mundo nunca tenha tido nenhuma destas emoções, e visto que elas são facilmente identificáveis pelo que exprimirmos no rosto.

Desengane-se quem acha que a noção das emoções é igual em todas as culturas, parece estranho de facto, mas é fácil de perceber, que, para mim ter nojo de ingerir gafanhotos como alimento, não seja bem assim para os asiáticos que têm este costume…

Entende-se então que na teoria, as emoções são simplesmente algo que resulta da variação do ambiente, que pode gerar constrangimento ou felicidade, ETC

Distingue-se também emoções de sentimentos, pois os sentimentos são resultados de experiências subjectivas que temos ao vivenciar uma determinada emoção, ou seja, é uma interpretação de uma determinada emoção. Quando dizemos que estamos felizes por exemplo, estamos a expressar a nossa perceção sobre o que se passou connosco em determinada situação emocional.

No caso de Gary e Mary Chauncey, depreende-se que facilmente as emoções condicionam aquilo que podemos vir a dizer, ou a tomar decisões. As emoções alteram facilmente a nossa forma de estar, por vezes pode condicionar a pessoa do ponto de vista “ético” levando-a a agir de forma menos ortodoxa, utilizando recurso ao calão ou até mesmo à violência.

Os impulsos intrínsecos ao humano, descritos neste caso, explicam de forma simples a razão pela qual os pais de Andrea agiram desta forma. As emoções são a melhor explicação para o facto de os país terem salvo a filha, sem pensarem em consequências futuras.

Para terminar, pedir a quem por ventura ler este simplório artigo, que nunca confunda sentimentos com emoções. É muito fácil nós julgarmos alguém que tenha um comportamento não adequado ao ambiente, mas temos por vezes de refletir se isso não será um escape de saída para o indivíduo ir tendo alguma felicidade.

Julgamos com facilidade alguém que não exprima nenhum sentimento para connosco, ou que demonstre alguma indiferença perante alguns atos, mas terá essa pessoa capacidade emocional para o fazer?

A psicologia é algo que extremamente complexo, a escrita desta singela reflexão levou-me a um livro que li no passado, chamava-se. “O Alienista”, de tanto refletir sobre a psicologia e de tentar curar doentes do foro psiquiátrico, acabou por ficar ele próprio internado no sanatório que ele próprio havia criado.

 

 

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